Pocahontas

Pocahontas (1595-1617) foi uma índia que casou com o inglês John Rolfe, tornando-se uma celebridade no fim de sua vida. Era filha de Powhatan, que governava uma área que abrangia quase todas as tribos vizinhas na região de Tidewater, no estado de Virgínia. A vida de Pocahontas deu margem a muitas lendas, que foram transmitidas oralmente de uma geração para outra. Sua história se transformou num mito romântico nos séculos seguintes à sua morte, incluindo o filme da Disney.

Pocahontas
Feito em 1995, o longa conta o romance proibido da índia com o capitão inglês Smith. Tudo tem início quando um navio parte da Inglaterra com objetivo de encontrar um “Novo Mundo”, tendo entre seus tripulantes o ganancioso governador Ratcliffe, da Inglaterra, que só pensa em descobrir ouro, e o aventureiro capitão John Smith. Ao chegarem em uma terra desconhecida, John sai para explorar a região e encontra uma bela índia chamada Pocahontas. Ambos aprendem muito um com o outro, até que o povo indígena e os ingleses entram em Guerra por terem interesses diferenciados em relação às terras.

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Vencedor de Oscar, Globo de Ouro e Grammy por melhor canção original (Colors of the wind) e melhor trilha sonora.
• O filme é a única produção da Disney baseada numa história real.
• A atriz Irene Bedard, que deu voz à Pocahontas, foi também o modelo físico para o personagem animado.
• Apresentou a primeira morte de um personagem humano num filme de animação da Disney.
• Foi também o primeiro filme da Disney que não teve o tradicional final popularmente chamado de “felizes para sempre” (no final do filme, John Smith é baleado acidentalmente por Ratcliffe e precisa retornar para a Inglaterra. Pocahontas opta por ficar com seu povo em vez de ir com ele e os dois se despedem com a promessa de um dia se reencontrarem).
• Foi também o primeiro filme da Disney que apresentou animais mudos.
• Rendeu 141 milhões de dólares somente nos Estados Unidos e 350 milhões pelo mundo.

• O filme apresenta em sua trilha sonora uma canção considerada um dos maiores hinos de preservação ambiental. A canção se chama Colors of the Wind (As Cores do Vento) regravada por cantoras como Vanessa Williams e Vanessa Hudgens. http://www.youtube.com/watch?v=5We3MIuBD50

Espero que tenham gostado!

Beijos,

Dê.

PODCAST

Adorei gravar um podcast… Me senti o máximo. O clima de trabalhar em uma rádio deve ser super legal :)

Em tempo: “Podcast é um programa de rádio que pode ser escutado ou baixado pela internet. Os podcasts são de graça e você pode a qualquer hora, em qualquer lugar e quantas vezes você quiser.”

Se alguém tiver interesse em escutar, o do meu grupo é “Conhecendo RRPP”.

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Essa semana posto sobre Pokahontas… Mas como é meu filme preferido, o post nunca parece ser bom o bastante e eu decido escrever sobre outra coisa. Enfim, essa semana eu posto. Definitivamente.

Beijão!

A bela adormecida

Produzido em 1959, o filme “A bela adormecida” baseia-se no conto de fadas que levava o mesmo nome criado pelo escritor Charles Perrault, que baseou-se no conto de Basílio “O Sol, a Lua e Tália”. Há também a versão criada pelos Irmãos Grimm, que é a mais aceita e divulgada ao público infantil. O desenvolvimento do filme durou nove anos (Disney estava envolvido com a construção da Disneyland).

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Caríssimo e de baixíssima bilheteria e críticas negativas, quase afundou o estúdio. Mesmo assim, nos 50 anos seguintes, conseguiu sua glória e hoje é um dos filmes mais rentáveis da história.

A história: Uma linda princesa chamada Aurora sofre uma terrível maldição da bruxa Malévola – ao completar 16 anos, ela espetaria o dedo no fuso de uma roca e cairia em um sono eterno. Mas as três fadas madrinhas – Fauna, Flora e Primavera – descobrem uma forma de quebrar o feitiço: um beijo doce de amor. Aurora espeta o dedo no fuso de uma roca, adormece, e as fadas resolvem adormecer todo o reino, até que um dia o corajoso príncipe Filipe acordasse a princesa adormecida. Munido do escudo da virtude e a espada da verdade, Filipe combate e derrota Malévola e finalmente quebra o feitiço com um beijo de amor verdadeiro.

Aurora, a princesa que trouxe luz (e escuridão) a seu reino

Aurora, a princesa que trouxe luz (e escuridão) a seu reino

A trilha sonora, indicada ao Grammy e ao Oscar, é composta de canções adaptadas da sequencia para balê de Tchaikovsky – http://www.youtube.com/watch?v=J_oP2ltuNyk . A música do filme é incrivel, principalmente na hora em que Malévola “hipnotiza” Aurora para subir as escadas do castelo e picar seu dedo. (Não lembra da cena? http://www.youtube.com/watch?v=SKJaPRA649g&feature=related )

Particularmente, a cena mais lindinha do filme é quando a Aurora encontra o Filipe pela primeira vez na floresta. Recordem a música, vale a pena! http://www.youtube.com/watch?v=2zbzRbsD-rY&feature=related

Achei esse vídeo da montagem/desenho para essa cena. Bem interessante também: http://www.youtube.com/watch?v=nj3hLSP1vFo&feature=related

E como eu adoro vídeos, esse é do Royal Ballet, da parte em que o príncipe chega e desperta a Aurora com um beijo, fazendo com que todo o reindo acorde também: http://www.youtube.com/watch?v=maLJiqHlgks

Para um olhar mais crítico e maiores detalhes do conto de Perrault e de Basílio, sugiro o site http://pt.shvoong.com/books/1798100-psican%C3%A1lise-bela-adormecida/. O autor faz uma ótima análise dos personagens e reações.

Espero que tenham gostado de rever algumas cenas e curiosidades.

Fiquem bem e boa semana!

The princess and the frog

Já que o assunto está em pauta nos jornais, televisão e demais blogs, resolvi postar aqui também: a nova princesa da Disney está a caminho, e será negra. 

 Depois da Jasmin (Alladin – princesa do oriente Médio), da Pokahontas (indígena) e da Mulan (chinesa), teremos a primeira princesa da Disney negra, Tiana. Ela será uma menina de aproximadamente 19 anos de idade, dona de uma personalidade forte e que vive no bairro de Nova Orleans, EUA. Um musical que contará com a trilha sonora assinada pelo compositor Randy Newman, sabe-se que a ação da trama acontece por volta de 1920, em pleno apogeu da cultura Jazz, e que terá como fada madrinha uma sacerdotisa voodoo, de nome Mama Odie (já que ao tentar ajudar um sapo, beijando-o , ela se transforma em sapo também).

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 A dublagem da personagem principal vai ser feita pela atriz Anika Noni Rose, que fez Dreamgirls – ela venceu até da Alicia Keys na disputa pela dublagem!

Embora eu tenha amado a trama do filme, ela tem gerado uma polêmica enorme. O nome da personagem principal, por exemplo, que inicialmente foi divulgado como “Maddy”, teve que ser substituído por soar como “Mammy” (modo com as escravas eram tratadas no sul americano) ou “Addy” (que supostamente era um nome escravo). Outro ponto refere-se ao início do filme, onde Tiana começa trabalhando como a empregada de Charlotte, uma rica, branca e mimada debutante do sul, circunstâncias que alguns especialistas em direitos humanos consideraram fator discriminatório e que apresentava resquícios de escravidão. É bom lembrar da Cinderela, que era escrava e branca.

 Mas o mais importante, mesmo que o filme não atinja recordes de audiência, é que mais um passo foi dado para estimular a Consciência Negra da população.

 Aqui vai o trailer do filme, que tem estréia marcada para dezembro:

http://www.youtube.com/watch?v=h6DmEgtibOg

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 Beijão e até a próxima!

Branca de neve e os sete anões

O clássico, o inicio da magia – é isso que este filme representa. O primeiro desenho longa-metragem de Walt Disney foi feito em 1937, dá pra acreditar? Além de inovar no estilo, eles investiram uma fortuna no filme para a época (mais do que um milhão de dólares). Por isso, o longa era chamado de “A extravagância de Disney”.

Walt se inspirou para o filme em peças de teatro, nas histórias dos Irmãos Grimm e na versão muda do filme. Isso rendeu a ele o início perfeito de carreira e um Oscar honorário (uma estatueta em tamanho normal e outras sete miniaturas, representando os personagens principais do filme).

Para mim, o mais interessante ao analisar esse filme são as canções e os desenhos, INCRÍVEIS! A produção de Branca de Neve levou três anos e envolveu mais de 750 artistas dos estúdios da Disney. No final, o filme era composto por mais de 250 mil desenhos, dos 2 milhões que foram elaborados durante a produção, e a banda sonora tinha sido gravada por uma orquestra de 80 músicos.

Quem sugeriu os nomes dos anões foi o contratado da Disney que fazia a voz do pateta. O legal dos nomes, além da originalidade, é que em cada país as camas dos anões tem o nome na devida linguagem – no Brasil: Dunga, Soneca, Atchim, Dengoso, Feliz, Mestre e o mal-humorado Zangado.

Branca de Neve

Revendo o filme, me lembrei de como o via quando menor: assustador. Toda vez que a bruxa aparecia, eu fechava os olhos. Olhando agora não tem “nada de mais”, mas ainda assim ele é forte, não acham? Mandar um caçador matar alguém e trazer consigo o coração da morta não é muito agradável para ninguém, principalmente para o publico infantil. Enquanto algumas cenas amedrontam, outras encantam. A sintonia e a paixão da Branca de Neve cativam qualquer um! Me dá até vontade de sair por aí assoviando e cantando (não que eu não faça isso com freqüência, mas no meu caso, não costumo atrair todos os animaizinhos que estão por perto…).

Aqui tem uma sinopse do filme: Uma fábula viva e mágica, cheia de suspense e aventuras, nossa história começa quando a invejosa madastra de Branca de Neve consulta seu espelho Mágico e se enfurece ao descobrir que a beleza da jovem princesa já superor a sua própria. Para salvar a sua vida, Branca de Neve é obrigada a fugir e embrenhar-se na floresta, abandonando para trás seus sonhos com o Príncipe Encantado. Refugiando-se numa pitoresca casa no coração da floresta, Branca de Neve muda a vida de seus sete bagunceiros mas adoráveis residentes – Dunga, Soneca, Atchim, Dengoso, Feliz, Mestre e Zangado. Todavia, nem toda a devoção de seus novos amiguinhos pode salvar Branca de Neve dos efeitos do feitiço diabólico da rainha, impregnado numa “maçã miraculosa” envenenada.

WALT DISNEY RELEMBRA BRANCA DE NEVE:

“Vocês deveriam ter ouvido o clamor das advertências que acompanharam o início da produção do primeiro longa-metragem de animação”, relembrou Walt Disney, anos depois. “Muitos profetizavam que ninguém iria assistir a tal coisa. Entretanto, só havia um modo de produzirmos um grande sucesso: mergulhando de cabeça e investindo até nosso último centavo na sua produção. Não iríamos abrir mão dos recursos financeiros, do talento e do tempo… e tudo isso justo numa época em que todo o país sofria os efeitos do auge da depressão.”

“À proporção que os custos da produção atingiam cifras cada vez mais altas, eu também comecei a ter receios e dúvidas se jamais conseguiríamos recuperar todo o dinheiro que havíamos investido. Justamente neste momento crítico, um grande artista chamado W.G. Van Schmus, diretor-geral do Radio City Music Hall de Nova York, visitou o estúdio e assistiu a alguns trechos de cenas do filme já finalizadas. Ele imediatamente comprometeu-se a exibir o filmes, meses antes da obra final estar concluída. Isso foi uma incrível injeção de ânimo na nossa moral.”

“Foi então que veio o choque. Meu irmão Roy veio me dizer que nós teríamos de conseguir empréstimos no valor de US$250.000 dólares para que o filme fosse concluído. Eu tive de levar comigo aqueles mesmos trechos finalizados para exibir aos banqueiros como garantia do empréstimo e tinha a certeza, em se tratando de banqueiros, de que eles não iriam reagir àquelas cenas da mesma maneira que o Sr. Van Schmus. Eu estava muito apreensivo.”

“No dia marcado, sentei-me ao lado de Joe Rosenberg, do Bank of America, para assistir às cenas prontas do filme e tentar obter dele um crédito de um quarto de US$1 milhão de dólares, baseado na pura confiança.”

“Quando as luzes se acenderam, ele não esboçou a mínima reação ao que acabara de ver. Ele simplesmente saiu da cabine de projeção, virou-se para mim e disse: ‘Walt, esse filme vai faturar uma fortuna.’ Bem, e como todos sabem, nós obtivemos o empréstimo, o filme teve, de fato, um ótimo faturamento, e se não fosse isso, hoje não existiria o estúdio Disney.” A “extravagância de Disney” logo passaria a ser conhecida como a obra-prima de Disney.

http://www.movieguide.com.br/filme.view.php?id_filme=145

Aqui tem alguns vídeos do Youtube que gostei:

http://www.youtube.com/watch?v=yX_AlnpEFUs&feature=related (I’m wishing)

http://www.youtube.com/watch?v=l3N0_g_a3zI&feature=related (True Love First Kiss)

http://www.youtube.com/watch?v=egyxwljqB5I&feature=related (Com relatos de um produtor)

http://www.youtube.com/watch?v=ogEEkiwLVHM (Parte do filme)

E uma besteira, a meu ver:

http://www.youtube.com/watch?v=9qLOXhxsZSM

Acabo o post de hoje sonhando um pouquinho. Sonhando com um príncipe encantado, sonhando com pessoas carinhosas e que não costumam desistir… Se não for para achar por aí, que eu encontre, ao menos, em mim mesma.

Beijos e boa semana,

Deisi

Alice no País das Maravilhas

Das duas uma: ou o poço era realmente muito fundo, ou ela estava a cair muito devagar, pois enquanto descia teve tempo de sobra para olhar em redor, e interrogar-se sobre o que ia acontecer a seguir.

Lewis Carroll, As Aventuras de Alice no País das Maravilhas

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O autor (Carrol) (1832-1898) era o pseudônimo do reverendo Charles Lutwidge Dodgson, professor de matemática na tradicional Universidade de Oxford. Para todos, um homem tímido e reservado, para as crianças, ele mostrava-se outra pessoa (principalmente para as meninas). Alice no país das maravilhas foi escrito para a sua amiguinha favorita, Alice Liddell. Há inúmeras biografias sobre o autor e muitas se pautam na relação de Carroll com Alice, que, baseada na leitura do diário de Carrol –e das inúmeras fotos dele com sua amiga-, era um tanto quanto estranha. Depois, o ator escreveu “Through The Looking-Glass”, que depois, juntamente com o primeiro livro, originou o filme.

Bom, especulações a parte, o livro narra as aventuras de uma garota de classe alta que, subitamente, vê o seu mundinho confortável virar às avessas quando aterrisa no País das Maravilhas. Esse novo país põe em xeque tudo o que Alice considera lógico e normal, uma vez que ele é governado pela imaginação e pela fantasia. O conflito da trama, então, é basicamente a sensação de estranhamento de Alice, propiciada por esse universo nonsense*. O ápice do livro ocorre quando a personagem começa a questionar suas próprias percepções do que é “certo” e “errado” e com isso faz-nos questionar nossas percepções também.

Alice no país das maravilhas já foi analisado de todas as maneiras possíveis e imagináveis. O livro é cheio de símbolos filosóficos e se presta aos mais ecléticos argumentos. As análises freudianas, como pode-se imaginar, são lugar comum e esmiúçam os significados da tocas do “White Rabbit”, do pé da Alice gigante na chaminé, dos banquetes etc., como evidências da crazyness do autor.

Para não me estender muito isso, acredito que “Alice…” é, sobretudo, uma história deliciosa sobre as dificuldades de “crescer” e se tornar um adulto. Carroll sugere que a vida é um constante reajuste de perspectiva. Que não há verdades absolutas e que a “lógica”, muitas vezes, não se aplica num universo onde a realidade é constante e velozmente reinventada, como nos mostra o Coelho Branco, que está sempre atrasado. A psicologia nos questiona: Afinal, quem é, de fato, louco / neurótico / psicopata ? Reparem que a história de Carrol também! Alguém já parou para pensar nisso? Viagem né?… Muita viagem.

*Nonsense: A palavra, nos originais em inglês, é sentida como uma assombração nos dois livros sobre as aventuras de Alice. ‘Nonsense’ pode ser traduzido como “bobagem”, “tolice”, “absurdo”, etc., mas seu significado real não tem correspondente em português; então, lá vai: ‘nonsense’ é “algo que não faz sentido”.

Seu filme, Alice in Wonderland (Alice no país das maravilhas) é um animação de longa-metragem, considerado um clássico, produzido pelos estúdios Disney em 1951.

Ele levou cinco anos para ser completado, mas foi desenvolvido durante dez anos até entrar em produção efetiva.

Matrix x Alice

Como muitos sabem, a trilogia Matrix é explicitamente inspirada em nossa história principal do post de hoje. Quando analisei a trilogia (e aquele filme “Quem somos nós?) para um trabalho de filosofia no Ensino Médio, minha professora comentou que os escritores de Matrix eram apaixonados por filosofia, dá a relação com a história de Carrol – mas não até que ponto isso é verdade, não achei na net nada parecido. Para se situarem um pouquinho:

Na história, Alice estava visitando um mundo completamente novo com leis e lógica próprias, mas que faziam sentido para os seus habitantes. O ‘nonsense’ só passou a existir por causa de Alice. Sem ela, o País das Maravilhas seria um lugar normal.

Já a Matrix do filme era um programa de computador que conectava todos os habitantes do mundo a um sonho comum que era o que, para nós, seria a vida real. A Matrix teria funcionado perfeitamente bem, mesmo se algumas pessoas despertassem e fossem desconectadas. O problema só começou — e é esse o mote do filme — quando os que acordaram do sonho aprenderam a se reconectar à Matrix para tentar despertar outros. Eles se tornaram um tipo de Alice, só que com um trunfo na manga: eles sabiam que estavam dentro de um sonho e, em sabendo disso, usavam e abusavam do ‘nonsense’ que só os sonhos permitem.

Aqui tem alguns vídeos da Alice que acho que vocês vão gostar:

http://www.youtube.com/watch?v=nzq1nHrH4-Q&feature=related

http://www.youtube.com/watch?v=hK6AHoucQjY&feature=PlayList&p=46EF782B31C7BE3E&index=0&playnext=1

http://www.youtube.com/watch?v=lhTsGPp2lZ0

http://www.youtube.com/watch?v=ggGMAEm6wM0&feature=related

Na foto, eu (sério? hahaha) com o livro adaptado para o português por Nicolau Sevcenko. Créditos a fotógrafa e dona do livro, Alice Umpierre, minha irmã do coração.

Deisi + "Alice no país das maravilhas"Por hoje é isso…

Boa semana a todos, beijão!

Pesquisa:

http://publicoeprivado.wordpress.com/2007/01/08/

http://deusilusao.wordpress.com/2009/01/30/deus-alice-e-a-matrix-5%C2%AA-parte-56/

http://pt.wikipedia.org/wiki/Alice_in_Wonderland_(Disney)

Oiii pessoal!

Bom, nada mais sensato do que me familiarizar com blogs + etc… Foi uma ótima idéia da professora Silvana, de Comunicação Digital Corporativa, implantar essa “novidade” na vida de alguns alunos – a parte de que isso vale nota é irrelevante (AHAM!).

Para esclarecer o título do blog e endereço: Gosto de falar sobre filmes, especialmente infantis. Sou extremamente apaixonada por filmes da Disney (aqueles do nosso tempo, sabe?) e alguns contos também. Escolhi, então, escrever curiosidades sobre os mesmos. Espero que dê certo, e mais ainda, que vocês (não sei bem a quem me refiro) gostem de visitar e ler algum post.

Um ótimo início de semana a todos.

Ah, obrigada pela visita!